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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Caminho Seguro - A vida do escritor Lourival Lopes


(Obras do escritor)











São quatorze livros escritos que já venderam quase três milhões de exemplares. O autor, o paranaense Lourival Lopes, tem 74 anos, é sorridente, amável e está sempre pronto a ajudar o próximo. Não se preocupa em ser best-seller, nem promove noites de autógrafos. Mas bem que poderia, afinal, com este número de livros vendidos, não deixa nada a desejar frente a muitos acadêmicos.
“Distribuir amor” é o lema de quem se dedica a obras filantrópicas e trabalhos voluntários. “Mas preste atenção que só ama o próximo, quem sabe amar a si mesmo”. Lourival gosta de citar fatos, contar casos e ensinar com exemplos.
“Faço tudo com amor e da melhor forma possível, assim meu risco de errar é menor”.
E a inspiração para escrever de onde vem? “Leio muito. Jornais, revistas, ouço rádio, acompanho as notícias da televisão”.
Quem fala com Lopes é cativado pelas palavras de conforto e de esperança.
O primeiro livro, Amor em Ação, editado em 1982, logo se tornou um sucesso de vendas. “Nem esperava a repercussão que teve”. Lourival é modesto.
Os livros são pequenos, cabem na palma da mão e têm em média duzentas e cinqüenta páginas cada. Medem 11 centímetros de altura e de largura, 7,5 centímetros. Têm como conteúdo mensagens pequenas e rápidas, que ocupam uma página e “têm o objetivo de tocar o coração, a mente e mudar o modo de encarar a vida de quem os lê”.



A Formação

Nasceu em Borrazópolis, Paraná, em 1937. Da mãe, dona Joana, paulista, herdou o temperamento calmo, observador, contemplativo e a concentração. Do pai, o paranaense Zacarias, a impetuosidade, o arrojo e a persistência para vencer os obstáculos da vida.
De pequeno, conta algo que sempre lembra e marcou para ele o temperamento dos pais. O pai tentava colocar os arreios num cavalo e a mãe observava-o pela janela da casa. Num determinado momento, ao arrochar a barrigueira no peito do animal, o apetrecho soltou-se e o pai levou um grande tombo. A mãe preferiu se retirar para rir dentro de casa, pois não queria o marido a assistí-la rindo dele. Lourival exalta o fato como forma de respeito que havia entre eles.
Todos tiveram na juventude uma figura especial, que influenciou e transmitiu afeto e sabedoria. Alguém que mostrou dimensões mais profundas e ajudou a escolher caminhos com liberdade. Para o escritor Lourival Lopes, foi o avô paterno, José Martins da Silva. José era mineiro nascido em Cambuí, que, após breve parada em Rio Vermelho, São Paulo, firmou residência em Borrazópolis, arrabalde de Arapoti no Paraná. José era iletrado, nunca leu um livro. Apesar disso, por ser médium espírita, receitava remédios oralmente para uma vasta população que o procurava. Lourival foi profundo observador do avô que, mesmo sem saber ler, tinha ampla cultura geral atribuída a seu mundo espiritual. “A casa de meu avô vivia cheia de gente, apesar de não possuir estradas de acesso”. Dissertava sobre Nero e suas matanças durante o Império Romano com toda propriedade, sem nunca ter conhecido o assunto. “Meu avô sabia que Nero matou a própria esposa, veja só”. Dedicava-se a “aliviar a aflição das pessoas tomadas pelos maus espíritos, fazendo uma espécie de exorcismo”. Por isso era combatido por médicos e padres que não se conformavam com suas atividades mediúnicas.
Lourival herdou do avô o espírito caridoso para com o próximo. Nunca deixou alguém que o procurou sem auxílio, seja ele um amigo ou mesmo desconhecidos. Quando alguém solicita algo, corre para resolver. Lopes possui imóveis, mas nem pensa em alugá-los para melhorar a renda. “Empresto para servir de moradia a alguém que precise”. Sorridente, não se preocupa em obter lucro a qualquer custo. “Os imóveis que tenho formaram meu patrimônio sem precisar desembolsar recursos, porque então lucrar com eles?
Quando menino, não gostava de ler, apenas brincava muito, mesmo sem salientar-se nas brincadeiras. Seu irmão único, o Oliveira, esse sim era bom nas traquinagens. Enquanto ganhava bolinhas de gude nos jogos, Lourival perdia todas ao se aventurar a jogar.
No inicio da adolescência, Lourival desandou a ler. O pai comentava que ele gostava de corrigir o português das pessoas, ensinando-as a falar direito.
Cursou o ginásio em regime interno. Era o Colégio Cristo Rei, em Jacarezinho, escola tradicional pertencente a padres alemães. A disciplina era rígida e ele até pensou em seguir a carreira pastoral. Mais tarde, ao conhecer dona Vera, sua futura esposa, desistiu definitivamente da idéia.

As Crenças

Lourival Lopes acredita que a morte não é o fim de tudo. É uma passagem para outra dimensão. “A pessoa paga suas maldades numa outra esfera da existência. Mas não pense que fica por isso mesmo, muito pelo contrário, o ajuste de contas inicia aqui”.
Para ele, existem seres bem mais inteligentes que nós em outros lugares do universo. Vivem num plano praticamente mental.
“Na vida, quem vive desligado da materialidade, vive melhor”. Filosofa que as pessoas estão calcando as vidas numa felicidade futura e incerta. Lourival ensina que isto é uma insanidade que está se propagando indiscriminadamente. “Vivendo no futuro, esquecem de viver o presente.”
A vida deste paranaense é pregar o bem não somente nos livros, mas também em atos diários e criações.
Em fins dos anos setenta, em Brasília, ajudou a criar o CVV - Centro de Valorização da Vida. Entidade nacional, sem fins lucrativos, destinada a prestar auxílio às pessoas com dificuldades para tocar a vida.
Em 1980, criou o seu próprio serviço voluntário, com a finalidade semelhante ao CVV, acrescentando a filosofia de que o plantonista deveria não somente ouvir, mas dialogar abertamente com quem consulta o serviço. Chamou-o de CEO – Central de Paz e Otimismo.
Com relação ao filho mais velho, Lourival tem uma história mediúnica para contar, o que o fez entender o porquê da escolha do nome dele. “Certa vez, ao levar um amigo num Centro Espírita, o médium acercou-se de mim e disse que numa outra dimensão da vida, eu fora um padre católico, que prestara meus serviços em Angola. Meu nome seria Augusto e, por várias ocasiões, questionara a doutrina Cristã. O médium explicou que a razão de escrever livros de mensagens, era para me redimir desta insubordinação.” A alusão aos livros, foi feita pelo médium sem ele conhecer Lourival e nunca ter ouvido falar de sua obra. Anos antes, na época do nascimento do filho mais velho, dona Vera lhe perguntara que nome dar ao filho. Ele declinou de escolher. “Vera, para você que o carregou nove meses é muito mais sensato escolher o nome”. Dona Vera ainda insistiu, “vou colocar Eduardo, mas e você? Como o chamaria?” Lourival sem pensar, respondeu de pronto, como se a resposta estivesse fabricada na mente: “Augusto”. O nome do filho mais velho é Eduardo Augusto. Mesmo nome do padre em Angola.

Os Ambientes que Freqüenta

Numa sala de um edifício no Setor Comercial Sul de Brasília, funciona a CEO – Central de Paz e Otimismo, entidade por ele criada. Reformada, conta com ante-sala destinada a dois plantonistas e pequena biblioteca com livros de Chico Xavier, Divaldo Franco e outros espíritas. Na sala principal, mais uma mesa de plantonista. Um aparelho telefônico, um recipiente de madeira contendo os 14 livrinhos do Lourival, uma caneta e um bloco de papel para anotações completam os apetrechos. Há ainda em um canto deste segundo ambiente, uma mesa de reuniões, quatro cadeiras e um arquivo de aço. As paredes pintadas de azul transmitem tranqüilidade ao local. O outro ambiente é composto de cozinha e banheiro onde são guardadas outras vinte cadeiras, empilhadas, que servem para acomodar os plantonistas nas confraternizações.
São dezesseis horas de uma tarde de muito calor. O telefone toca e um voluntário da entidade atende. Era alguém que necessitava abrir o coração. O atendente inicia um diálogo em voz baixa. Após, pega um livrinho e lê uma mensagem para a pessoa do outro lado da linha.


Dê rumo a vida.
Prometa dar a si mesmo a felicidade e melhor aproveitar as suas qualidades e pendores.
Diga a si mesmo, confiante:
“Tenho fortes possibilidades de me por em caminhos novos. De eliminar uma montanha de indecisões, de me fazer mais capaz de encontrar o lugar certo para meus pés e a altura correta para meus braços.”
Trabalhe consigo mesmo. Ponha a “mão na massa”. Acenda as suas luzes.
As capacidades reconhecidas dão impulso à vida (CAMINHO SEGURO – ACENDER LUZES. pág. 128 – Lourival Lopes).
Com vistas a ampliar os serviços da CEO, Lourival montou um site na internet ( http://www.otimismo.org.br/ ) O conteúdo são mensagens escritas e gravadas de seus livros. É numa rádio de Brasília, com mais dois plantonistas que grava as mensagens dos livros para serem divulgadas gratuitamente.
O tom é bondoso, doce até. Lourival empresta emoção ao que lê. O ritmo cresce e a voz ocupa o ambiente do estúdio de gravação.

O coração está doendo?
Ninguém escapa dos momentos de dor.
Mas para não entrar em revolta ou desespero, use os perdões pequenos ou grandes, conforme exijam os momentos, e tenha delicadeza com todas as pessoas.
Creia que há forças no seu coração.
Mesmo que o momento seja uma pesada cruz, convença-se que ele passará, como uma ferida que se fecha. Pense no bem que a vida lhe dá, nas coisas boas que lhe aparecem e jamais se entregue ao desânimo.
Há beneficio também na dor.
É nos momentos de dor que você descobre a força que tem. (CAMINHO SEGURO – PERDÃO NA DOR. pág. 40 – Lourival Lopes).
Possui dois prédios no Setor Gráfico de Brasília, sendo uma gráfica e uma editora montadas para confeccionar seus livros. “Não viso lucro, não sou um capitalista, meus livros são para ajudar as pessoas.”
Lourival tem cinco filhos. Na gráfica trabalham dois deles e duas netas. A sala onde atende é de mobília simples. Sua mesa é antiga, bem usada. De fronte à escrivaninha, há uma poltrona de vime e uma cadeira tipo “do papai”. Logo na entrada da sala, uma mesa de reuniões estilo de jantar com oito cadeiras. O ambiente lembra o de uma casa de família, o que caracteriza o estilo de vida deste homem que não usa roupa da moda. Veste calça e camisa social de mangas curtas. Sapatos pretos completam o aspecto sóbrio, mas jovial.
“Nas segundas, em torno de nove horas, meus filhos e eu fazemos uma prece para que tenhamos a semana plena de harmonia e paz”. Nas orações, Lourival fala diretamente com Deus. Agradece, pede, clama, pergunta, fala, dialoga. Termina com um sorriso. “Somos bons amigos, Ele tem me ajudado muito, aliás, sempre me ajudou, dá-me mais do que mereço.”


O Escritor e a Família

Além de ensinar os caminhos do bem por meio dos livros que escreve, Lourival pratica os ensinamentos em casa com os filhos e netos.
Certa vez, o filho mais novo, ainda menino, achou dinheiro na rua. Quando chegou à casa e contou ao pai, este o fez mostrar o local onde o encontrara e depositou a nota no mesmo lugar, “o dinheiro não lhe pertence, então vamos devolver, não é bom ficar com o que é dos outros”. E o menino colocou a nota no mesmo lugar onde encontrara, na calçada.
Um fato marcou a vida deste homem e colocou a prova toda sua fé e crença, solidificando mais ainda suas convicções. O filho mais velho, quando beirava os 20 anos, sofreu um violento acidente de carro que exigiu um longo período de recuperação. Lourival orou e pediu pelo filho que, vagarosamente, retornou a caminhar, com o uso de muletas. Neste período, reforçou as crenças no Ser Superior e reorientou sua vida para auxiliar pessoas que precisam de conforto frente a acontecimentos trágicos.

Não tema surpresas desagradáveis.
Você deve ter cautela para não desagradar a alguém, deve ter cuidado ao dirigir o carro, ao trabalhar, ao escolher companhias, ao andar em lugares inseguros.
Isso é certo; mas, maior atenção você deve ter para consigo mesmo, para com os pensamentos e emoções. Fortaleça-se interiormente e não deixe que nada, mas nada mesmo possa ser motivo de abalo.
Fortalecido por dentro, nada de mal o sacode, pois, onde há fortaleza, há garantia de paz.
Para quem está preparado, não existem surpresas desagradáveis. (SABEDORIA TODO DIA – MENSAGEM 79. pág. 93 – Lourival Lopes).
Para os filhos, sempre passou a palavra da resignação ao Ser Superior e a crença de que lá na frente as coisas entrarão nos eixos.
Lourival segue a doutrina espírita e a esposa, é católica. A diferença os une ainda mais, ela pratica catolicismo, freqüenta a missa todo domingo e ele o espiritismo. Já comemoraram as bodas de ouro. Apesar das núpcias terem acontecido em Borrazópolis, a festa aconteceu entre seus filhos e netos nascidos na capital que os acolheu, Brasília.
Recarrega as baterias em Caldas Novas, Goiás, onde mantém duas casas simples conjugadas, com mobília modesta. Muitas camas e colchões demonstram que recebe muitas visitas, “não somente de familiares, mas também de amigos que me procuram”. Brasília representa uma carga muito grande de trabalho para este homem que já passou dos 70 anos. “Aqui (refere-se a Caldas Novas) recupero minhas energias e esfrio a cabeça do stress”.
Nesta casa, Lourival fica a vontade, de bermudas ri muito, se emociona quando fala da vida e recebe num determinado dia, dezoito pessoas. Adora receber e conviver com a família. Quanto mais gente o visita, mais feliz fica. O irmão, Oliveira, participa da conversa, com sorrisos e alguns comentários sobre a infância dos dois em Borrazópolis.

A Obra e o Processo Criativo

Os livros de Lourival Lopes não tratam do mundo espírita, mesmo sendo ser praticante da doutrina. São destinados a promover o crescimento do mundo interior das pessoas, valorizando as situações do cotidiano. Defende que os sofrimentos são “parte de um crescimento pessoal para alcançar a paz e a harmonia com a vida e as pessoas.”

Confie em si mesmo.
Tudo é melhor quando você confia na sua inteligência, no seu sentimento, no seu poder de reconciliação.
Uma divergência grande apequena-se ou desaparece. As amizades crescem, um simples encontro tem significado e as palavras ganham importância. O que era problema até serve de ajuda.
Não espere os grandes enfrentamentos, as adversidades para confiar em si. Exercite a confiança a toda hora. Assim, se surgir uma grande dificuldade, você já estará preparado. A confiança em si mesmo é força poderosa de paz, de progresso e felicidade. (SABEDORIA TODO DIA – MENSAGEM 204. pág. 218 - Lourival Lopes).
“Para escrever, não tem hora. Mas prefiro pela manhã. Local para mim não é importante, basta papel e lápis”. Lourival não escreve no computador, prefere instrumentos que melhor se adéquam aos recursos de sua geração.
“Escrevo até em estacionamento, enquanto espero alguém que se atrasa. Os momentos da vida devem ser aproveitados ocupados por coisas boas.”
Em frente a gráfica de sua propriedade, há uma enorme mangueira, antiga e frondosa, sob cuja sombra, Lourival montou muitas mensagens de paz e otimismo.
Mas qual é o público que lê seus livros? Para quem escreve este escritor, que, anualmente, é cobrado pelos leitores para escrever novas obras? Esta pergunta, feita no momento que abria a porta de saída da CEO, o deixa sério. Fecha-a novamente e suspira. Abre um sorriso, “meus livrinhos são destinados às pessoas que estão acima da linha do horizonte”.
E explica. “Certa vez, enquanto caminhava fazendo um exercício no final de tarde pela superquadra onde moro em Brasília, conversando com o guia espiritual, lhe fiz esta mesma pergunta”. O dia estava findando e o horizonte dividia-se em dois. Abaixo desta linha, aparecia o negrume já escuro da noite caindo e, acima, ainda permanecia o colorido lindo, amarelo, avermelhado de um belo crepúsculo. Lourival caminhava só, meditativo. Uma voz lhe sussurrou “teu público está acima daquela linha do horizonte”.
“Acima da linha do horizonte estão as pessoas que tudo sabem e têm como meta a melhoria da vida pessoal. Não no sentido financeiro, pois não seria melhoria nenhuma, mas sim pelo lado vivacional e emocional”.
“A busca da felicidade e da esperança não passa pela aquisição de bens, pela posse de dinheiro e sim na sabedoria de amar o próximo e distribuir este amor.”
Considera 26 de novembro de 2007 a segunda data de seu nascimento. Eram quatro horas da tarde, quando ele saía de sua gráfica no Núcleo Bandeirante e rumava ao escritório da Central de Paz e Otimismo, no Setor Comercial Sul, para cumprir mais uma missão. No caminho, violenta chuva caía e turvava o caminho, obrigando-o a ir bem devagar. Repentinamente, sem tempo de fazer nada, avistou um caminhão na beira da estrada, parado embaixo de um viaduto. Lourival pisou no freio, tentou desviar, tudo em vão. O carro escorregou e bateu violentamente com o lado do passageiro. “A sensação de morte me veio num instante, junto com o ruído das ferragens se amassando e contorcendo pensei: ”vou morrer””. O carro perdeu a forma original e adquiriu o formato da carroceria do caminhão. Perda total. A Polícia Rodoviária chegou logo e tentou entender como aquele senhor, saíra ileso de um acidente tão feio.
“Quando não está na sua hora, o destino conspira a seu favor”.
Mas de onde vem este sucesso de vendas?
“O mundo precisa de palavras de otimismo, de esperança.” Lourival fica sério quando fala da atualidade, da humanidade. Percebe que o ser humano passa por momentos difíceis. “As pessoas sofrem por motivos fúteis que elas mesmas criam”. A massificação e o culto a beleza física, ao sucesso e aos bens materiais atrapalha o ser humano moderno.
O público que “está acima do horizonte”, quer ler algo que lhe dê esperança. Num mundo que se despedaça em insanidades, descrenças, violências, desvios de conduta, desesperanças, há um público ávido a se agarrar em algo que chame à razão, talvez a fé. O que ainda existe nas lembranças do comportamento de pais e avós, há muito esquecido. Quer se apegar a valores que, mesmo não sendo palpáveis, sabe que lhe farão bem e acenarão para novos horizontes. Os livros de Lourival Lopes podem representar a luz de um Caminho Seguro de esperança e paz interior.






(Obras do Escritor)






















































10 comentários:

  1. adorei saber que existem pessoas que transmitem a paz no mundo estou fazendo colecao ;esta me ajudando muito a encarar a vida obrigado.

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  2. Somar atitudes solidárias e amigáveis com os outros, contribui acontecimentos e pensamentos bons para nós. Agir assim deve ser um objetivo.

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  3. Ao lado de curtir O SILÊNCIO, quando acordo de madrugada, acabo encontrando Algo para O Espírito, como agorinha, vindo lá de João Pessoa: "O QUE O IMPEDE DE SER FELIZ!" Acabei chegando ao seu Blog...aonde relembrei tantas passagens conhecidas! Fraterno Abraço, Lourival, de Ana (Mouna Moura) , mãe de Alexandre e Ana Paula.

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    1. Darei o recado ao Lourival. Um abraço fraterno, Ana.

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  4. Rogerio Tosta Batista19 de agosto de 2014 13:32

    Estou relendo gotas de esperança....parabenizo o autor...ótimas mensagens...com um fator importante ....não foca religião....com certeza vou ler outros...fiquem com A LUZ.

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    1. Aproveite, Rogério. Ler Lourival Lopes é uma benção.

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  5. Ler Lourival Lopes é voar alegremente sem destino, encantada com o conteúdo de suas frases, textos, livros...

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  6. Como adquirir as os livros de autoria de Lourival Lopes?

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    1. Os livros de Lourival Lopes podem ser encontrados nas principais livrarias.

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